Preparativos para o Natal devem começar já
Postado por: Carlos Dias - julho 27, 2011 ás11:20 am
Faltam cinco meses para o Natal. Pode parecer longe para quem é consumidor, mas para o empreendedor está mais do que na hora de começar a se preparar. Essa é a principal recomendação da reportagem de capa do Estadão PME, suplemento especial do jornal O Estado de S. Paulo para pequenas e médias empresas, lançado no mês passado e publicado na última quarta-feira de cada mês. O caderno faz parte de um projeto multimídia, que inclui boletins na Rádio Estadão ESPN (FM 92,9 e AM 700) e um site com atualização diária lançado hoje.
Intitulada O Natal vai ser bom, mas vocês está pronto?, a reportagem de capa faz uma boa análise da economia e do mercado em comparação com o ano passado, além de dar quatro dicas para que o empreendedor acerte e fature mais no Natal.
Informação
O primeiro passo, recomenda o jornal, é tentar prever os passos do cliente em seu setor. Faça pesquisas, observe os concorrentes e peça que os funcionários prestem atenção no comportamento do consumidor para entender o que eles estão planejando. Ler, acompanhar e entender o comportamento da economia também é importante para fazer previsões mais realistas.
Planejamento
Estabelecer as metas para o Natal, o volume de compras e o tamanho da equipe deve ser feito já. No caso de compras, os preços dos fornecedores começam a subir agora.
Treinamento
Não dá para deixar para o fim do ano, no meio da correria, o treinamento dos colaboradores. Eles devem começar a se preparar o quanto antes para as tarefas que vão executar.
Precaução
O empreendedor deve preparar também o chamado “plano B”. Mesmo fazendo um bom planejamento, as coisas podem não sair como previsto. É preciso estar preparado para o caso de o movimento ser diferente do esperado, seja maior ou menor.
A reportagem afirma ainda que as vendas deverão ser boas neste Natal, mas talvez não tanto quanto em 2010. Isso se explica porque o nível de endividamento do brasileiro está subindo. No ano passado, o consumidor pagou R$ 129,3 bilhões em juros. Este ano, a previsão é de que o gasto seja de R$ 165,3 bilhões. E como cada real gasto em juros é um a menos em compras, a tendência é de consumo menor. Isso deve levar à necessidade de reduzir as margens de lucro e diminuir os preços para estimular o cliente a comprar.
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