Saber cobrar pode render bons frutos
Postado por: Equipe Caixa - novembro 5, 2009 ás7:55 am

A Services Cobranças: tecnologia moderna
Quem opta pelo empreendedorismo geralmente gosta mesmo é de colocar a mão na massa, produzir e vender. Mas ser dono do próprio negócio tem um outro lado da moeda: cobrar. E não é todo empreendedor que aprecie fazer esse trabalho. Felizmente, para eles, há quem aprecie tanto que vive disso. É o caso de José Alceu. Há 10 anos, quando criou a Services Cobranças dispunha de “cinco funcionários e meio”, brinca, referindo-se à sua colaboradora que estava grávida.
Hoje, com faturamento mensal de R$ 1,24 milhão e 21 clientes – entre eles, empresas de telefonia, financeiras e administradoras de cartões de crédito (12 em Curitiba e nove em São Paulo) –, Alceu destaca que uma das grandes responsáveis pelo crescimento foi sua organização. “Procurei conhecer todo o mercado e descobri que a tecnologia auxiliaria no desenvolvimento da minha companhia.”
Grande escala
Mas antes de alcançar o grau de empresa milionária, a Services precisou recorrer a alguns bancos. Um deles, a Caixa Econômica Federal, com a aquisição da linha de crédito Proger Investgiro. “Relutei muito no início”, relembra. “Não queria me comprometer com o longo prazo. Depois percebi que estava errado. Em 2007, com as máquinas que comprei com o Proger, cresci 300%. Apesar das taxas atraentes, é claro que eu não assumiria esse risco se não fossem os clientes idôneos que a empresa havia conquistado, como a Brasil Telecom”, afirma.
Outro fator determinante para o sucesso do negócio, garante Alceu, foi a queda abrupta no preço das máquinas. “Em janeiro de 2006, elas custavam R$ 400 mil”, conta. “Quando aderi ao Proger, no ano seguinte, elas já estavam custando cerca de R$ 7 mil.” Para a compra dos computadores, ele utilizou o cartão BNDES. “Inclusive divulguei para todo mundo”, diz. “Com mais tecnologia as pessoas começaram a olhar pra mim.”
A empresa de Alceu trabalha com quatro máquinas. Cada uma custa R$ 10 mil. Já o discador eletrônico, que faz as ligações automaticamente e só termina o processo se o telefone for atendido, tem um custo de R$ 40 mil. As máquinas oferecem serviço para 400 colaboradores, que se dividem em dois turnos. “Todas essas pessoas ficam em posição de negociação”, explica. “O sistema é programável. Disca sozinho e, quando a máquina interpreta o alô, entra em cena o atendente. Ao término da ligação, o tempo de espera para o próximo atendimento é de apenas seis segundos.”
Ao fazer a conta dos gastos e analisar todo o processo, o empreendedor apregoa: “Esse já não é mais um negócio para pequenos empresários. Custa muito manter uma firma de cobrança. Hoje é tudo feito em grande escala. Na época, o meu trunfo foi a perseverança.”
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5 comentários
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MICHELLE DE OLIVEIRA COSTA
16/11/2009 | 18:10
OLA!
ISSO E MARAVILHOSO, ESTOU PRECISANDO E CORAGEM COM O ALCEU TAMBEM ESTOU QUERENDO TIRAR O PROGER PARA AUMETAR O MEU COMERCIO PARA PODER DA MAIS CONFORTO PARA MEU CLIENTE E MELHOR ANTEDIMENTO. E USAR O CARTÃO BNDS PARA COMPRA EQUIPAMENTO PARA A LOJA.
PRECISAMOS TER PERSEVERANÇA PARA PODER IR PARA FRENTE E CADA DIA PODER MELHOR. -
Edmilson de Almeida
16/11/2009 | 18:27
Qual o percentual que fica para a empresa de cobrança, neste caso específico?
Existe uma remuneração fixa ou comissão sobre valores recebidos e/ou recuperados?
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kleber oliveira
16/11/2009 | 23:49
otimo comentario de sua perspectiva sucessora. amei.
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Paulo Luiz de Macedo
17/11/2009 | 11:57
Gostaria de saber mais informações a respeito da franquia.
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jose carlos passos
17/11/2009 | 20:49
Tenho uma representação de vidros temperados Americanbox. Entrei de sócio com uns companheiros, muito trabalhadores. Apesar de vendermos bem, não conseguimos angariar reservas para futuros empreendimentos, ou seja, reforma na loja. Fazemos pequenas retiradas, como calcular as vendas e obter os lucros, e quanto devemos vender no total, pois eu não sou do ramo, sempre fui bancário, estou aposentado, sou vendedor. Como trazer cliente para minha loja?
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